Dirigir – um passo de cada vez – III

E lá se vão 4 meses indo e voltando todo dia do trabalhando dirigindo, tudo ia bem e há algum tempo comecei a me aventurar e colocar o carro de ré na garagem. Ensaiei, ensaiei e saiu, consegui.

E como já me falaram no passado até pareceu mais fácil do que por de frente, e defini então uma estratégia, quando entrasse na minha rua e tivesse carro estacionado no lado direito, entrava de frente, pois abriria pela esquerda. Mas se tivesse carro estacionado do lado esquerdo, entrava de ré.

Podem pensar que minha rua é estreita, mas não é, cabem 3 carros lada a lado tranquilamente, eu é que faço curvas e manobras como se estivesse dirigindo um caminhão, falta de noção do real tamanho do carro. Bom, é melhor sobrar espaço do que faltar.

Eis que, um belo dia de outono, me deu uma neura danada de voltar logo para casa, já estava escurecendo e caia uma fina garoa. Chego na minha rua e tem carro do lado esquerdo, logo vou estacionar de ré…

Até bateu aquela sensação de que era melhor entrar de frente, ainda não tinha feito isso de noite, mas resolvi arriscar.

Quando alinhei o carro usando a entrada da garagem do vizinho da frente, pensei que estava perto de mais do lado esquerdo, mas a pressa foi maior e decidi entrar mesmo assim, afinal dava para ver que o retrovisor passaria pelo portão.

E foi a combinação fatal:

pressa + escuro + piso umido (lembra da garoa?!) = lanterna quebrada + carro amassado.

Esqueci que na segunda parte da garagem há uma coluna para o telhado da casa, e claro que é de concreto, e o maior estrago ficou no carro, na coluna só ficou uma marca escura.

Errei e muito o cálculo do tamanho, mas tudo bem, uma hora algo ia acontecer, ainda bem, que não gerou prejuízo ou dor para ninguem mais, a não ser eu mesma.

O maridão levou para arrumar o estrago e voltei a dirigir, mas acho que vou demorar um tempo para voltar a estacionar de ré.

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3 Responses to Dirigir – um passo de cada vez – III

  1. vixi Fê! q coisa, mas ainda bem q ñ se machucou e ñ amassou muito o carro, essas coisas acontecem, de noite a visão engana muito, eu tenho pavor de sair de carro de noite, me sinto como uma cega amarrada no banco de um carrinho na montanha russa, cruel!
    bjs

  2. Elly says:

    E aeee fê!?!?!

    Dar essas barberagens é normal, eu mesmo já enfiei um carro muro adentro tentando fazer uma manobra de ré!!! Tudo bem, eu tinha 18 anos e era a muito moleque… mas não esquenta a cuca com essas coisas… elas acontecem!!
    Ou você acha que o Dan nunca bateu e só bateram nele? Da velha máxima: O poste atravessou a rua e bati nele!!
    Vai treinando que quero ver você no rush de sampa às 18h na sexta-feira, véspera de feriado prolongado com muita chuva e motoqueiro alucinado!! kkkk
    Saudades de vcs!!!
    Bju!!!

  3. Lelei says:

    Aww tadinha! Tava lendo os relatos e deixando pra comentar só no último, não esperava que ia terminar assim :( Mas olha todo mundo bate o carro uma vez ou outra, pelo menos a sua estréia foi de leve.

    Sabe que só comecei a relaxar depois que bati a primeira vez e vi que não era o fim do mundo?

    Parabéns por conquistar esse monstro e ter essa vitória querida, muito feliz por você!

    Beijo grande

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